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A Orientação

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 Qual país escolher?

1- Consultar à Mundial  é o primeiro e primeiro e mais importante passo. A orientação de nossos consultores será fundamental para o resultado final do seu programa.

2- É fundamental pesquisar sobre o clima antes de se programar para a viagem.

No hemisfério norte:

Verão de 21JUN a 20SET
Outono de 21SET a 20DEZ
Inverno de 21DEZ a 20MAR
Primavera de 21MAR a 20JUN

No hemisfério sul:

Inverno de 21JUN a 20SET
Primavera de 21SET a 20DEZ
Verão de 21DEZ a 20MAR
Outono de 21MAR a 20JUN

Também é importante checar se o inverno ou o verão são muito radicais na cidade escolhida, lembrando que num mesmo país pode haver cidades com climas bem distintos.

3- É preciso, antes de tudo, verificar se o estudante tem condições de ingressar no país no que se refere à documentação para o visto. Um mesmo país pode exigir visto para cursos mais longos e não exigir para cursos mais curtos. Alguns exigem visto independentemente do tamanho do curso.

4- Cursos curtos de 1 a 3 meses podem ser mais vantajosos em determinados países. Para programas mais longos de 6 meses a 1 ano, o enfoque muda e pode haver alternativas diferentes.

Por isso, antes de escolher o destino, converse com a Mundial. É fundamental ver as opções, antes de escolher o destino. Jamais escolha o destino antes de ver as opções que te ofereceremos dependendo da duração do curso.

 

 Para qual cidade devo ir?

É uma das análises mais importantes na escolha do programa de intercâmbio. As cidades maiores ou mais conhecidas são boas escolhas, baseadas no turismo (compras, pontos turísticos, etc.) e indicadas para aqueles que gostam de um estilo de vida mais metropolitano. Em contrapartida, o custo de vida não é tão interessante em relação às cidades menos atraentes que também oferecem programas de intercâmbio que surpreendem pela ótima experiência.

É preciso ponderar bem o que leva as pessoas a escolherem essas cidades. Tem que haver razões plausíveis que justifiquem, pois normalmente são impressões erradas que se tem ou a indicação de um amigo apenas. É preciso questionar se essas impressões estão corretas e ouvir mais opiniões de pessoas que viajaram, principalmente do seu consultor.

Pensando no ponto de vista do intercambista, as cidades menores ou menos conhecidas são muito mais úteis para este tipo de experiência. A ideia ganha força a partir do momento que as chances de encontrar outros turistas diminuem, fazendo com que a essência do intercâmbio possa ser valorizada.

Quanto maior o contato com os nativos, e a distância com outras pessoas, melhor para o seu programa. Economicamente também é muito mais fácil de se ajustar, já que é muito mais fácil de se encaixar em oportunidades de Study & Work (estudar e trabalhar), as distâncias percorridas de um lugar para o outro são menores, sem falar do custo de vida muito mais agradável.

Aqui na Mundial teremos prazer em discutir isso para que tenha informações relevantes, e faça a escolha certa em seu programa.

 

 Como escolher a instituição?

1- Estrutura da instituição:

Tem escolas com 5 salas de aula, recepção e sala de professores. Tem escolas com 70 salas, laboratório de listening, sala de computadores, auditório, biblioteca, etc. Não se pode dizer necessariamente que uma ou outra é melhor ou pior por causa do tamanho. A menor tende a ter um atendimento mais personalizado, mas propiciará uma socialização menor, já que não tem tanta gente. A maior tende a perder na proximidade com os alunos, mas oferecerá mais oportunidade de fazer amigos e praticar o idioma. Veja fotos e vídeos das escolas, feitos sem superprodução, antes de fazer a sua escolha.

Também é importante determinar se quer estudar numa escola dentro de uma universidade ou College com estrutura esportiva e acesso à Clubs & Societies*, ou se basta uma escola de inglês, apenas com estrutura para se estudar inglês.

Dublin City University Clubs;

Dublin City University societies;

University of Bristol Clubs;

– University of Bristol Societies.

* Clubs & Societies são grupos criados por alunos com um interesse comum. Estes se organizam praticar um esporte, partilhar de um hobby ou discutir sobre numa área profissional ou acadêmica. Veja alguns links que mostram exemplos de Clubs & Societies das seguintes universidades:

 

2- Número de alunos por sala:

É uma questão muito importante. Consideramos 15 o limite para não prejudicar a qualidade da aula e a atenção com cada aluno. Em geral, escolas baratas tem um limite máximo de alunos por sala superior a 15. Jamais feche um programa sem saber qual o limite de alunos por sala.

3- Mescla de nacionalidades:

Esse é um dos aspectos mais importantes para que se tenha um bom resultado do intercâmbio. O estudante convive e pratica o idioma com os estudantes da escola na maior parte do tempo. Antes de viajar é normal imaginar que se vai praticar o tempo todo com nativos, mas não é o que ocorre. Em geral, não se tem muito acesso a nativos.

Mesmo ficando em casa de família, durante o dia, cada um tem sua rotina, logo o contato pode acontecer mais a noite e pela manhã, mas normalmente bem rapidamente. É o colega do dia a dia, que propicia a prática do idioma, é o estudante da escola em que você está.

 

 Qual curso fazer?

Cursos de idiomas:

É a especialidade da Mundial Intercâmbio, simplesmente porque consideramos que a escolha certa não é algo simples. Por isso damos toda consultoria para auxiliar o estudante a fazer a escolha mais adequada.

1- Basicamente, existem dois tipos de cursos:

a) GERAIS – tratam das 4 habilidades (escrita, leitura, fala e compreensão auditiva) juntamente com gramática. Muitos cursos gerais têm, à tarde, aulas eletivas específicas. Datas de início: Normalmente pode-se iniciar o curso qualquer 2ª feira. Algumas escolas têm início quinzenal ou mensal. A grande maioria das escolas tem classes rotativas em todos os níveis: iniciantes, elementares, intermediários e avançados. No primeiro dia de aula o estudante faz um teste que o coloca numa classe com estudantes do mesmo nível e aulas pertinentes àquele nível. Todas 2ª feiras entram novos estudantes na sala e todas as 6ª feiras saem estudantes dela.

b) ESPECÍFICOS – que são voltados a alguma assunto específico como negócios, inglês jurídico, inglês para engenheiros, preparatórios acadêmicos ou para exames como TOEFL, IELTS (International English Language Testing System), FCE (Cambridge English First), CAE, CPE entre outros. Datas de início: Normalmente tem datas de início específicas, ao longo do ano. Depende do curso e da escola em si.

2- Como escolher a carga horária?

A GRANDE DICA é que o verdadeiro diferencial de estudar um idioma no exterior é oconvívio que pode possibilitar a imersão.

É normal imaginar que quanto mais estudar, melhor será o resultado, mas na verdade o motivo de viajar para o exterior, não é ficar numa sala de aula o dia todo, mas poder praticar o idioma com as pessoas. A carga não é o principal para quem quer ter um bom resultado, mas sim a imersão. E esta não é conseguida só na sala de aula. A principal diferença de estudar do exterior é envolver-se com a cultura e praticar o idioma também na rua. Estudar 4 ou 5 horas por dia já é bastante pesado. Não é só na escola que se aprende. Pode-se ter um excelente resultado com carga de 15, 20, 25 ou 30 horas por semana. Mas é fundamental ter algum tempo livre para passear e praticar o idioma do dia a dia.

O estudante que produz bem em sala de aula, pode escolher uma carga mais intensa. Aquele que não rende muito bem em sala e fica sonolento, pode muito bem ter um resultado melhor com uma carga menor, desde que consiga se socializar e praticar o idioma fora da sala de aula nas atividades e passeios.

Não existe escola com uma didática especial que faça alguém desenvolver tanto de um dia para o outro ou em poucas semanas. O que deve se esperar de um programa desses no exterior é poder dar um bom salto no idioma através da prática contínua. Nesse sentido, a única coisa que impede um desenvolvimento satisfatório ao estudante é o contato com brasileiros que gera a interrupção da prática do idioma estudado. Há estudantes que se decepcionam com os cursos pois viajam na expectativa de que o curso, só por ser no exterior, é infinitamente superior aos cursos no Brasil. Na verdade, o diferencial é que os professores são nativos do idioma em questão (até aí há escolas no Brasil também com nativos do idioma) e os estudantes com quem irá conviver são estrangeiros. Daí a importância de se escolher uma escola com poucos brasileiros e, acima de tudo, ter a atitude de evitar contato com brasileiros para não se interromper a imersão.

3- Desenvolvimento e prática do idioma em dois ambientes:

– SALA DE AULA (Ambiente artificial – estudo) – É a fonte de desenvolvimento, onde o aluno aprende cada dia algo e pode sempre tirar suas dúvidas. No entanto, só a aula em si não representa tanto se o estudante não puder colocar em prática o que aprende de uma forma mais natural.

– SOCIALIZAÇÃO (Ambiente natural – convívio) – A prática do idioma realmente se concretiza quando o estudante passeia, viaja, sai à noite, faz esportes, mora com estrangeiros ou nativos, vai à festas ou trabalha (se for um programa de Study & Work). Essa socialização é o ambiente ideal de imersão, pois é quando o aluno põe em prática o que aprende escola, mas de forma natural, ou seja, sem pensar que está falando outra língua. É a utilização no novo idioma como forma de comunicação pura e simplesmente que só acaba ocorrendo fora da sala de aula, num ambiente “natural”.

4- Faixa etária:

– Adultos (de todas as idades) – Cursos acontecem ao longo do ano. Salvo exceções, a média de idade dos estudantes nas escolas de idiomas para estrangeiros gira em torno de 25 anos. A maioria dos estudantes tem entre 20 e 30 anos. São escolas para todas as idades a partir de 16 anos (algumas a partir de 18) e haverá também estudantes com menos de 20, mais de 30, mais de 40 e até alguns com mais de 50 anos, mas em menor quantidade.

– Adultos mais maduros – Existem algumas escolas com média de idade mais alta. Consulte-nos, pois havendo flexibilidade do destino por parte do estudante, é possível tem um intercâmbio para convívio com adultos mais maduros.

– Adolescentes – Os cursos de idiomas no exterior para adolescentes são mais frequentes nos períodos de férias escolares (começo e meio do ano). Geralmente incluem atividades e não misturam com adultos.

CURSOS PROFISSIONALIZANTES & CURSOS UNIVERSITÁRIOS (graduação, pós e mestrado):

Para uma escolha adequada de formação superior é preciso estar lá. Uma escolha inadequada pode gerar decepção e prejuízo. É por isso que a Mundial se concentra apenas no Programa Pathway para Universidade que temos no Canadá, nas cidades de Toronto e Vancouver.

Saiba acessando página de Cursos profissionalizantes e cursos universitários.

Veja o resumo de como funciona:

1- Aplicamos um teste de inglês no estudante sem custo

2- Determinamos quanto tempo de inglês o estudante precisa para se habilitar a um curso profissionalizante ou universitário. Veja a duração do curso inglês p/ prepará-lo:

Se o seu nível é: Tempo necessário: Curso de inglês indicado:
Super avançado 08 a 12 semanas Certificado pre degree* III
Avançado 16 a 20 semanas Certificado pre degree* II
Pré-avançado 24 a 28 semanas Certificado pre degree* I
Intermediário-alto 28 a 32 semanas Inglês geral
Intermediário 32 a 40 semanas Inglês geral
Iniciante/Elementar 40 a 52 semanas Inglês geral

3- Determinada a área de interesse, já conseguiremos uma carta da escola de inglês e outra da instituição do curso superior para podermos pleitear por um visto de estudante já pelo período todo. Ao longo do curso de inglês o estudante pode checar se a instituição inicialmente escolhida é realmente a desejada para o curso superior ou se alguma outra gerou interesse. O mais importante disso tudo é que o estudante tem toda uma equipe para orientá-lo no Canadá, além da possibilidade de visitar as instituições para saber onde irá estudar.

*Certificado Pre Degree:

Este curso, prepara os alunos para um curso profissionalizante ou universitário numa instituição canadense e os ensinam habilidades acadêmicas. Os estudantes aprenderão a desenvolver dissertações de 1000 palavras, estratégias de trabalho em equipe em um ambiente acadêmico, pensamento crítico, administração do tempo, apresentação oral, técnicas de exame, pesquisa acadêmica e preparação para o TOEFL.

O Programa qualifica os alunos para entrarem em diversas das universidades e faculdades parceiras da ILAC e todos os formandos serão capazes de atingir uma pontuação com sucesso no TOEFL (no mínimo 8-10 iBT).

 

 Qual tipo de acomodações?

1- Casa de família:

Normalmente com refeições (café e jantar). Algumas escolas têm opção “só café”, “café, almoço e jantar” ou sem refeições (uso da cozinha). É para quem está disposto a correr risco. Pode ser ótimo, mas também pode não ser bom. Funciona assim: Você preencherá uma ficha com o seu perfil e a escola escolherá uma casa para você tentando atender às suas solicitações, mas não há garantias de que exista uma família com todas as características que te atendam.

Também vale ressaltar que é impossível prever como será a casa. Pode ser um casal, uma senhora só, uma família completa com vários filhos. Não dá para prever. Se a família for boa, tire proveito. Se for bom, a vantagem é propiciar contato com nativos no inglês. Mas se a família não for legal, fique o mínimo em casa. Você estará o dia todo na escola. Pratique inglês com os seus colegas. Não podemos criar a expectativa em nenhum estudante de que a família irá interagir super bem e propiciar um ótimo ambiente para a prática do inglês. Isso é apenas uma possibilidade que deve ser aproveitada, mas não é parte do serviço. O serviço em si resume-se a um quarto individual, com as refeições contratadas.

2- Residência Estudantil:

Normalmente sem refeições (uso da cozinha). Exceções são as residências que oferecem refeições. Algumas são como apartamentos da escola que são ocupados por estudantes. Cada um tem seu quarto individual (há duplos também) e os aposentos da casa (sala, cozinha e banheiro) são divididos pelos estudantes.

Outras residências são alojamentos, onde cada estudante tem seu quarto num tipo de hotel mais simples e, na maioria das vezes com banheiro comunitário, banheiro no quarto é mais caro, quando há esta opção.

3- Albergue (Hostel):

Todos pensam que é a opção mais barata, mas nem sempre representa economia. Quando totaliza um preço melhor, é porque considera dormitórios compartilhados com número elevado de pessoas que pode variar muito. Um quarto individual num albergue, normalmente tem custo similar a um hotel 3 estrelas.

Consegue-se economia quando se fica em dormitório, o que acaba com a privacidade e a segurança. Albergue é acomodação para mochilar, não para se ficar um tempo maior que alguns dias.

4- Repúblicas (apartamento dividido):

É a melhor alternativa para quem vai viver no exterior períodos mais longos, a partir de 3 meses. São apartamentos alugados pelos próprios estudantes que se organizam para administrar essa acomodação dividida em um grupo e dividir as despesas. Os quartos vagam e outros estudantes ocupam.

É sempre necessário o pagamento de uma caução ao proprietário que aluga o imóvel. Essa caução é dividida entre os estudantes que alugam o imóvel. Quando um estudante vai embora, ele é ressarcido e o novo estudante que ocupa a vaga, deixa sua fração da caução com estudante que está responsável pela república.

IMPORTANTE: para cursos maiores do que 3 meses, recomendamos não contratar mais que 4 semanas acomodação, pois normalmente os estudantes conhecem outras pessoas na própria escola nas primeiras semanas e encontram opções mais em conta de se morar. A grande maioria dos estudantes vai morar em repúblicas estudantís (apartamento dividido) após o primeiro período contratado. Contratar entre uma semana e um mês de acomodação é uma sugestão. Pode-se contratar quanto tempo desejar ou nem contratar acomodação. Na escola, seus amigos serão todos estudantes estrangeiros. Todos eles moram em apartamento dividido (república). Um mês é um tempo razoável para fazer as coisas sem correria e visitar essas repúblicas para escolher a que melhor atenda a sua necessidade.
ESTIMANDO CUSTO DA ACOMODAÇÃO PELO MESES QUE SEGUEM: Tome por base o valor de das semanas orçadas na casa de família ou residência estudantil para ter uma ideia do que vai gastar. Normalmente consegue-se reduzir esse custo em uns 20% a 30% quando se mora em apto dividido com os amigos da escola.

 

 

 

 

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